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Champagne Dom Pérignon Vintage 2012

249.90

A Maison Moët & Chandon, fundada em 1743, é uma das maiores produtoras de champagne do mundo, produzindo anualmente dois milhões de caixas de champagne.

A magnífica marca Dom Pérignon é produzida por esta famosa Casa de Champagne e o seu nome é inspirado no monge beneditino Dom Pérignon, responsável por desenvolver o método de vinificação “champenoise”. Assim, os champagnes Dom Pérignon são mundialmente reconhecidos pela sua excelente qualidade, elegância e complexidade.

Herdade do Lousial Reserva Callum

17.45

Cor amarelo citrino e aspeto brilhante. Aroma delicado, fresco e complexo. Na boca, surpreende pela notável acidez, pela estrutura marcante, textura cremosa e pelo delicado aroma retronasal, que lhe conferem um final longo e atraente.

Fagote Reserva Branco 2019

7.45

Fagote Reserva Branco 2019 apresenta aroma frutado com acidez muito equilibrada qe lhe confere uma notável frescura, final longo e agradável.

Quinta dos Termos Branco DOC Reserva RIESLING 2020

9.49

Quinta dos Termos Branco DOC Reserva RIESLING 2020 apresenta cor citrina com laivos esverdeados. Aroma delicado, com notas próprias do carácter inconfundível da casta Riesling. Na boca, surpreende pela notável acidez, pela estrutura marcante, textura cremosa e pelo delicado aroma retronasal, que lhe conferem um final longo e atraente.

Pequenos Rebentos Loureiro 2020

7.95

Pequenos Rebentos Loureiro é um vinho muito aromático, com as notas florais elegantes da casta, mas sem excessos. Vibrante na boca, com acidez vincada, firme e precisa, bastantes notas limonadas e de toranja. Fresco, firme, sólido, muito puro, um Loureiro afirmativo que deixa um longo travo limonado.

Pequenos Rebentos Loureiro Vinhas Velhas 2019

22.50

Pequenos Rebentos Loureiro Vinhas Velhas nasce de uma vinha de Loureiro com 28 anos, resultando este vinho elegante, fresco e mineral, fermentado com as leveduras indígenas e estagiado por 6 meses em barricas usadas.

Pequenos Rebentos Selvagem 2019

35.00

“Provavelmente, um dos vinhos mais desafiantes que fizemos até hoje.”

O Pequenos Rebentos Selvagem, é proveniente do sistema mais antigo de produção de vinhos verdes, a Vinha de Enforcado. Capaz de chegar quase aos 10 metros de altura este sistema de viticultura é todo ele descontrolado, cresce literalmente pelas árvores acima e o todo o granjeio da vinha tem de ser feito através de uso de escadas.

Maioritariamente, da casta azal, esta vinha foi plantada em 1932 em Amarante. Produz vinhos rusticos e com elevadissima acidez. Dado a falta de lenhificação do engaço da casta, as uvas foram desengaçados à mão e fermentaram, de forma espontanea, em anfora com as peliculas durante 30 dias.

Depois de prensadas, estagiaram cerca de 7 meses em barrica, de carvalho francês e carvalho português usadas, e mais 5 meses estagio em garrafa.

De uma das vinhas mais antigas de Portugal e com sabor reeditado, apresenta-se assim uma edição numerada e limitada a 599 garrafas, que chegará ao mercado ainda antes do final deste ano.

Desafie-se e tente domar este Selvagem 😉

Alicante Branco 2019

25.20

100% Alicante Branco. O Alicante Branco, foi e é também conhecido como o Boal de Alicante ou o Boal Cachudo e terá sido durante muitos anos uma casta importante no Alentejo. Gyrão,1822, 50 anos antes da filoxera, cita vários “Boiais” mas dando especial destaque ao Boal Cachudo (sinónimo desta casta).

Um 100% Alicante Branco, único em Portugal é um ensaio de casta exclusiva de Portugal, é o único no mundo. Este vinho testa o potencial de uma das castas antigas do encepamento do Alentejo com a modernização da viticultura quase desapareceram.

Cor amarelo-citrino, nariz intenso, notas de toranja, pêssego e pólvora. Ataque cheio encorpado, excelente untuosidade e persistência.

Vinho com bastante concentração, bom para pratos de peixe no forno ou tacho e pratos de aves mais simples.

 

Vinho Tinta Carvalha

35.00

Um 100% Tinta Carvalha, o único vinho 100% desta casta em Portugal. Um vinho desconcertante, que demonstra o papel desta casta no antigo do encepamento do Alentejo. Frescura e pureza.

Localizada no sopé sul da Serra d’Ossa, este lugar é especial, sente-se! Dois riachos trazem as águas das chuvas da Serra mantendo o chão fresco no tórrido calor alentejano, nunca baixando o nível freático da água abaixo dos 5 metros. Era aqui que antigamente se plantava a vinha, o local era conhecido como o Chão dos Eremitas, “Chão” termo antigo para zona plana, e dos “Eremitas” referente aos monges Eremitas da ordem de São Paulo.

Aqui existem provas da produção ininterrupta de vinho desde o séc. XIV, a vinha teve tal importância que uma Bula Papal em 1397 isenta os “Pauperes Eremitas” de pagar tributos (impostos) nas suas vinhas. Mas a arqueologia vai mais longe, pois a descoberta da única ânfora de vinho fenícia do interior do País, que data do séc. VIII a.C, liga este local ao vinho cerca de 900 anos antes da chegada dos Romanos, no que são 3,000 anos de história ligada ao vinho.

As uvas, em solos graníticos e em regime de proteção integrada certificada, são selecionadas em mesa de escolha, 30% cacho inteiro de 70% desengaçadas, caiem por gravidade na cuba. Fermentação espontânea e maceração de 40 dias em pelícluas, seguido de estágio de 12 meses em cubas de inox.

Cor muito aberta, ruby, nariz intenso fresco, notas de fruto vermelho amargo, romã notas de grafite. Ataque tenso muito fino, elegante muita profundidade e tensão. Um tinto que mostra que o Alentejo pode ser outra coisa.

Um tinto com boa acidez bom peixes gordos complexo e carnes de tacho.

Vinho Rosé da Fitapreta

14.95

90/100 (Cuveé 4)- Wine Enthusiast

90/100 (Cuveé 4) –  Robert Parker

Um Rosé “não datado” que junta a frescura das colheita mais jovens, com a complexidade do estágio sobre borra, que apenas as colheitas mais antigas podem dar. É fino e complexo, sem nunca deixar de ser fresco e simples, como um grande Rosé deve ser.

Cor salmão muito ligeira. Apresenta uma textura cremosa no palato que é balançada com uma acidez refrescante.

Mediterrâneo continental, dias quentes e secos, com noites muito frias.

Conservar a 6-8ºC para ser servido a 10ºC para ser bebido a 12ºC.

Todas as nossas uvas provêem de vinhas da máxima qualidade da região do Alentejo, a sul de Portugal. As vinhas, de produção integrada, estão cultivadas em solos muito pobres de origem xistosa ou granítica, originando naturalmente uvas muito concentradas. O perfil aromático é ainda potenciado pelas práticas culturais da desfolha, desponta e mondda de cachos verdes.

Vindima manual muito selectiva em caixas de 20Kg. Transnporte para a adega em camião de frio. Os cachos, são cuidadosamente seleccionados numa mesa de escolha. Fermentação espontânea, 55% sangria e 45% prensa direta.

Acompanha de forma soberba pratos de peixe, marisco esaladas. Tem volume e estrutura para pratos de carnes brancas. Perfeito para comida indiana, tailandesa e sushi.

 

Arinto dos Açores by António Maçanita

25.00

92/100 (2018) – Robert Parker

100% Arinto dos Açores. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.

Um terroir único no mundo, no meio do oceano Atlântico, na base da montanha vulcânica do Pico, as vinhas estão plantadas nas fendas da rocha, junto ao mar, onde se ouve o “cantar do caranguejo”, pois é aqui que há mais sol e calor. Uma proximidade de, por vezes, escassos metros que obriga à protecção da vinha por muros (currais), dos ventos fortes e salinos do Atlântico.

Cor amarelo citrino limpo. Aroma mineral puro, citrino com notas de toranja. Ataque tenso, fresco com uma mineralidade e acidez muito presentes, boa persistência e notas salinas.

Fresco, muito mineral e salino. Parceiro ideal para ostras, cracas e bivalves. Funciona também com peixes grelhados, saladas e mariscos frescos.

Vindima manual selectiva em cestos de 40Kg, prensagem de cacho inteiro, transfega após 24h para cubas de fermentação de 600-1000L.

 

 

 

Maçanita Branco 2021

10.25

Visão: Depois de seu primeiro serviço em vidro, revela uma bela cor dourada de palha.

Olfato: Aroma intenso e complexo. Com notas de especiarias, grapefruit e creme.

Paladar: Completo, rico, textura cremosa e, acidez sustentado que se estende até o fim, e long drink persistente.

 

Niepoort Tiara Branco 2019

25.90

O Tiara Branco 2019 tem um perfil assumidamente elegante, marcado pela pureza das castas e acidez. A fermentação longa em Foudres de 1500L – 3000L e com mais de 30 anos faz toda a diferença!

O nariz é discreto, com notas florais características da casta Códega do Larinho, com uma base de citrinos e frutos do pomar e um toque de mel. Na boca tem volume e estrutura. O fim de boca é quase picante, longo, persistente equilibrados por uma excelente acidez!

Este Tiara é um vinho versátil, que pode começar e terminar uma refeição, para abrir jovem, mas que terá certamente uma longa vida em garrafa.

Terrantez do Pico – António Maçanita

45.00

CONCEITO: Terrantez do Pico é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores. A última contagem de videiras da casta, fora dos ensaios dos serviços oficiais, era inferior a 100 plantas quando António Maçanita decidiu envolver-se na recuperação desta casta. Hoje está a ser gradualmente replantada que dá esperança. Este vinho demonstra o potencial desta casta única, neste terroir vulcânico “extremo”, num vinho puro, mineral, e salino… na esperança que contamine outros a mantê-la viva.

NOTAS DE PROVA: Amarelo citrino brilhante, nariz intensos florais, com notas de chá, bergamota e iodo. Ataque cheio rico, com toque de iodo e sal.

GASTRONOMIA: Fresco, com boa acidez e alguma untuosidade, e uma grande componente salina. Funciona com peixes grelhados, saladas e mariscos frescos.

Vintage 2019:

93/100 Robert Parker

18,5/20 Revista de Vinhos

 

Vintage 2018:

“Pretígio” Revista Paixão pelo vinho

Vintage 2017:

90/100 Robert Parker

18,5/20 Revista Evasões

 

FitaPreta Branco Ancestral 2019

10.99

IDENTIDADE: Fitapreta Branco 2019 é um vinho de origem, um esforço para ressuscitar a velha fórmula dos brancos do Alentejo, utilizando castas típicas da região. Algumas castas como Tamarês (sin. Trincadeira das Pratas) e Alicante Branco (sin. Boal de Alicante) estão reduzidas a poucos hectares. Produzido com intervenção mínima, expressa os aromas e sabores puros do Alentejo.

NOTAS DE PROVA: Cor amarelo citrino, com aroma intenso a citrinos com notas minerais a refrescarem o conjunto. Ataca com bom volume e é rico na retro. Termina com uma frescura impressionante em harmonia com boa fruta. O final é bastante persistente.

GASTRONOMIA: Fresco, com boa acidez e alguma untuosidade, funciona bem com peixes grelhados, saladas e mariscos frescos.

Vintage 2019:

90/100 Robert Parker

Vintage 2018:

90/100 Robert Parker

17/20 Grandes Escolhas

 

Touriga Nacional em Rosé

8.95

CONCEITO: A Maçanita Vinhos é um projecto, de dois irmãos e dois enólogos. Vinhos a duas mãos, alguns vinhos, apesar de produzidos em conjunto são as preferências, manias ou visões de cada um dos irmãos. A Touriga Nacional, a nossa casta de excelência apresenta-se aqui em todo o seu esplendor floral e aromático. Uma verdadeira Touriga Nacional! Mas em Rosé!

NOTAS DE PROVA: De cor rosa-claro, com toques de cereja, tem um nariz muito intenso a morango maduro. Na boca surpreende é texturado e fresco.

GASTRONOMIA: Rosé fresco e elegante. Ideal de pratos de peixe, marisco, saladas e pratos de carnes brancas.

 

Vintage 2019:

90/100 Robert Parker

 

Vintage 2017:

90/100 Robert Parker

 

As Olgas Branco

29.00

CONCEITO: Como se de uma pauta se tratasse, interpretar o trabalho de outros, é como pegar numa música que ja foi cantada 1000 vezes. Existem sempre formas diferentes de a cantar. Esta vinha, em zonas com um encepamento ancestral, tem uma combinação delicada de notas, diga-se castas, que resultam num Clássico (vinho consumo) do Douro. Um conjunto de mais de 20 notas, em que Donzelinha Branco, Reconco, Carrega Branco, são algumas das que já ouvimos tocar, diga-se beber.

NOTAS DE PROVA: Amarelo citrino, nariz fresco e mineral com algumas notas de nata. O ataque é denso, rico com boa acidez.

GASTRONOMIA: Harmonizações com pratos de grelha e de forno.

 

Vintage 2018:

90/100 Robert Parker

 

Vintage 2017:

90/100 Robert Parker

 

Vintage 2015:

92/100 Robert Parker

 

Quinta da Terrincha Seleção Branco 2017

9.50

Quinta da Terrincha Seleção Branco 2017 apresenta carácter mineral, notas cítricas. É um vinho bem estruturado e volumoso. Final longo potencial de envelhecimento elevado.

Xisto Cru Tinto

39.00

Xisto Cru Tinto apresenta aroma complexo com notas de fruta fresca, baga de bosque e caruma, ligeira nota de fumo. Na boca é intenso e fresco, com grande profundidade, com acidez bem presente mostra uma estrutura sólida com tanino presente, vivo e equilibrado. No aroma e na prova o vinho ganha dimensão com a presença de ar, recomenda-se por isso a decantação servir a 18ºC.

Constantino Ramos Afluente 2019

20.00

Atrai especialmente pela contenção que revela, sem exuberâncias fáceis, delicadas notas de toranja ao lado de apontamentos de sílex. Muito sério e seco, quase sisudo, mas dotado de enorme frescura e excelente equilíbrio ácido, um Alvarinho firme e vibrante, que ainda precisa de mais alguns anos de garrafa para mostrar tudo o que vale.

RS Reserva Branco 2018

10.99

RS Reserva Branco 2018 apresenta-se brilhante de cor cítrica. Vinho frutado evidenciando aromas citrinos algo “melados”, ligeiríssimas notas de eucalipto/menta e carvalho; na boca é fresco de boa acidez com aroma de boca complexo e persistente.

Série Ímpar Sercialinho Branco 2017

89.00

Sercialinho é uma variedade de uva branca, muito interessante na Bairrada pelo seu caráter aromático original e perfil ácido vibrante.

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